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Notas
No dia 7 de janeiro de 2015, terroristas armados invadiram a redação do jornal Charlie Hebdo, em Paris, e assassinaram doze pessoas, entre elas os cartunistas Tignous, Cabu, Honoré, Charb e Wolinski. O massacre foi uma resposta às provocações religiosas publicadas no Charlie, um jornal satírico e corrosivo que fez sua história com um humor sem concessões. Nos dias seguintes, dezenas de artistas brasileiros e do mundo inteiro se manifestaram na imprensa e nas redes sociais, o que se viu foi uma pluralidade de vozes e pontos de vista, houve homenagens e indignação, mas também debates acalorados sobre humor e religião, intolerância e xenofobia.